Arquivo do mês: agosto 2011

Quem

Não vou lembrar o dia, numa viagem de ônibus comecei a ser gerada na cabeça do meu pai. É uma característica dele: o que não for um simples problema-solução, de execução instantânea, expressa e imediata, começa primeiro mentalmente. Começou com essa mania desde que leu sobre o enxadrista que venceu Capablanca, o melhor jogador ‘espontâneo’, genial por natureza. Este, que o venceu chama-se Alekhine. Quando perguntado sobre como era sua preparação para o match mundial, Alekhine respondeu: Jogo mentalmente.

Muitos dias no cérebro antes de começar a ir para o papel.

Me chamo Dafne, mas, como serei o que eu vou ser, chamem-me Anti-Lolita.

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